Meu gato mais fofo do mundo (corujice de mãe) apareceu no exato momento em que meu filhote humano estava de partida para Sampa morar com seu pai.
Como não acredito em coincidência, meu gato entrou na minha vida de propósito. Tenho certeza.
Sua companhia, amor e alegria preencheram um vazio tão intrometido e dolorido que graças à ele, vulgo Trubisco, a falta do meu filhote foi sendo amenizada. Não que isso seja possível - amenizar a falta - mas o Tru ocupou meu coração, meu tempo, meu carinho e meu jeito rabugento.
Chamo ele de filho, o que significa que recebe tratamento maternal...Meu filho mais novo!
Ao chegar em casa, todos os dias, é ele quem me recebe e não sai mais de perto. Dormimos juntos na minha (nossa) cama. Ele todo espaçoso nas minhas pernas e eu encolhidinha pra não machucá-lo. Quando está muito carente dorme nos meus braços.
Nunca mais fui a mesma depois da partida do meu filhote humano, mas afirmo com certeza que ao conhecer o Tru grande parte da minha vida foi salva por essa bola de pelo pretinho e caolho.
Meu gato só tem um olhinho, o que não o impediu de me encontrar nesse mundo tão gigante.
Eu te amo Tru. Sempre.

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